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Palhaços
nos Hospitais

Palhaços
nos Hospitais

A rtistas intervêm junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos de São Paulo e Recife. A base do projeto é o resgate do lado saudável dos pacientes.

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Nos encontros com as crianças, os palhaços resgatam o poder da imaginação, fortalecendo o vínculo das famílias, muitas vezes fragilizado pela situação de internação.

O trabalho é realizado por cerca de 40 artistas profissionais não voluntários, especialmente treinados, que em duplas seguem a rotina médica de visitas a pacientes da ala pediátrica, inspirando novas relações dentro do hospital.

O programa é rotineiro – duas vezes por semana, seis horas por dia – e o trabalho em parceria é fundamental tanto entre a dupla de palhaços quanto entre a dupla e a criança. Os familiares e os profissionais de saúde também entram no jogo.


São Paulo


  • Hospital do Campo Limpo
  • Hospital do Mandaqui
  • Hospital Geral do Grajaú
  • Hospital Santa Marcelina
  • Hospital Municipal M’boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch
  • Hospital Universitário da Faculdade de Medicina da USP
  • Instituto da Criança
  • Itaci
105.094*

visitas a crianças hospitalizadas,
acompanhantes e profissionais de saúde.

*dados referentes a 2017


Recife


  • Hospital Barão de Lucena
  • Hospital Universitário Oswaldo Cruz/Procape
  • Hospital da Restauração
  • Imip
63.443*

visitas a crianças hospitalizadas,
acompanhantes e profissionais de saúde.

*dados referentes a 2017

Um pouco de história

Um pouco de história

Nos anos 90, no início do trabalho dos Doutores da Alegria, os hospitais brasileiros tinham uma estrutura diferente do que vemos hoje – não havia, por exemplo, diferenciação entre a ala infantil e a ala adulta. A proposta de levar um palhaço para dentro do hospital era muito inovadora porque a ideia que as pessoas tinham era a do palhaço de circo, acostumado a lidar com grandes plateias.

Wellington Nogueira, fundador da ONG, tinha certeza de que o trabalho traria resultados se o artista fosse inserido no ambiente hospitalar como integrante do quadro profissional – e não como um visitante, com um trabalho pontual em uma data comemorativa. Desta forma, apresentou o “besteirologista” e convenceu as diretorias hospitalares de que era uma tarefa permanente.

No final da década, o Estatuto da Criança e do Adolescente já avançava e garantia direitos como a presença de um acompanhante junto às crianças hospitalizadas. Na mesma época, o Programa Nacional de Humanização trazia novas diretrizes para os hospitais e reconhecia os benefícios da intervenção do palhaço. Em 1997 Doutores da Alegria recebeu o Prêmio Criança, da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança.

Pesquisas comprovavam que a presença contínua do palhaço trazia melhoras ao tratamento médico, entre outras vantagens.

Este cenário tornou o trabalho da ONG reconhecido e muito bem avaliado por diretorias, por profissionais de saúde e principalmente, pelo seu público: crianças hospitalizadas.