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Palhaços
nos Hospitais

Palhaços
nos Hospitais

D esde 1991, este é o coração da organização. Artistas-palhaços visitam regularmente hospitais públicos de São Paulo e Recife e interagem com crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social. Profissionais de saúde e acompanhantes também são envolvidos nas intervenções.

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Nos encontros semanais com as crianças, as duplas de palhaços subvertem a rotina hospitalar e propõem novos sentidos para a experiência de internação.

O jogo de relações, a brincadeira e o repertório único de cada artista são a essência das intervenções. A proposta é que arte e saúde caminhem juntas e inspirem as relações humanas dentro de um hospital que equilibra diversas emoções e ainda lida com os desafios contemporâneos da saúde.

O programa é realizado por cerca de 40 artistas que, em duplas, seguem a rotina de visitas a alas pediátricas de hospitais públicos. A atividade é gratuita para os hospitais, mas não é voluntária.


São Paulo


  • Hospital do Campo Limpo
  • Hospital do Mandaqui
  • Hospital Geral do Grajaú
  • Hospital Santa Marcelina
  • Hospital Municipal M’boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch
  • Hospital Universitário da Faculdade de Medicina da USP
  • Instituto da Criança do Hospital das Clínicas
  • Instituto de Tratamento do Câncer Infantil – Itaci
157.912

intervenções para crianças hospitalizadas, acompanhantes e profissionais de saúde.

(dados referentes a 2019)


Recife


  • Hospital Barão de Lucena
  • Hospital Universitário Oswaldo Cruz/Procape
  • Hospital da Restauração
  • Imip
118.172

intervenções para crianças hospitalizadas, acompanhantes e profissionais de saúde.

(dados referentes a 2019)

Um pouco de história

Um pouco de história

Nos anos 90, no início do trabalho do Doutores da Alegria, os hospitais brasileiros tinham uma estrutura diferente do que vemos hoje – não havia, por exemplo, diferenciação entre a ala infantil e a ala adulta. A proposta de levar um palhaço para dentro do hospital era muito inovadora porque a ideia que as pessoas tinham era a do palhaço de circo, acostumado a lidar com grandes plateias.

Wellington Nogueira, fundador da ONG, tinha certeza de que o trabalho traria resultados se o artista fosse inserido no ambiente hospitalar como integrante d o quadro profissional – e não como um visitante, com um trabalho pontual em uma data comemorativa. Desta forma, convenceu as diretorias hospitalares de que era uma tarefa permanente.

No final da década, o Estatuto da Criança e do Adolescente já avançava e garantia direitos como a presença de um acompanhante junto às crianças hospitalizadas. Na mesma época, o Programa Nacional de Humanização trazia novas diretrizes para os hospitais e reconhecia os benefícios da intervenção do palhaço. Em 1997, Doutores da Alegria recebeu o Prêmio Criança, da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança.

Pesquisas comprovavam que a presença contínua do palhaço no ambiente hospitalar trazia benefícios ao tratamento médico, entre outras vantagens. Este cenário tornou o trabalho da ONG reconhecido e muito bem avaliadopor diretorias, por profissionais de saúde e principalmente, pelo seu público: crianças hospitalizadas.