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Espetáculos

Espetáculos

A experiência dos encontros nos hospitais e a veia artística
pulsante dos palhaços motivaram a criação de espetáculos
para diferentes públicos. Fazemos apresentações em
teatros, espaços culturais, eventos e empresas.

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Cenas Curtas

O espetáculo “Doutores da Alegria em Cenas Curtas” traz esquetes inspiradas em situações e histórias que aconteceram nos hospitais, outras pelo aprofundamento da pesquisa de linguagem dos artistas, trazem diversão para crianças e adultos.

A trilha sonora é tocada ao vivo pela Banda Besta, mestra em composições originais e versões engraçadas. Na bateria, Dr. Dud Grud (Eduardo Filho) e na guitarra e no violão, Dra. Baju (Juliana de Almeida) com sua performance dramática. A direção é de Arilson Lopes.

O público poderá ver os palhaços em cena de 9 a 24 de novembro, aos sábados e domingos, às 16h, no Teatro Marco Camarotti (SESC Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455 – Recife). Os ingressos custam R$ 40 (R$ 20 a meia-entrada). Nos dias 9 e 10 de novembro, as apresentações se somam à 15ª edição do Festival de Circo do Brasil.


Aquele Momento Em Que

“Aquele Momento Em Que…” traz o palhaço que vive e trabalha na saúde pública e enfrenta desafios diários. Fala de vida em um lugar que cuida da vida, gota a gota, como um soro, ora rápido, ora lento. O espetáculo revela dois lados de uma mesma moeda – mostra o artista e o cidadão com anseios, desejos e preocupações.

O cenário, a luz, os figurinos e a trilha sonora se fazem fundamentais para ambientar os artistas e a dramaturgia. Objetos circulam na cena e remetem ao universo hospitalar, figurinos híbridos misturam o palhaço, o cidadão e o profissional de saúde e a trilha sonora penetra os ouvidos com ruídos de soro pingando e vozes que fazem parte desse cotidiano.

A direção é de Val Pires e o elenco traz os palhaços David Taiyu, Sueli Andrade, Sandro Fontes e Tereza Gontijo. A dramaturgia é de Nereu Afonso.

O espetáculo cumpriu temporada de 7 a 22 de setembro no Teatro Cacilda Becker (Rua Tito, 295 – Lapa), com apresentações gratuitas aos sábados (21h) e aos domingos (19h). E de 27 a 30 de setembro no Galpão do Folias (Rua Ana Cintra, 213 – Santa Cecília), com apresentações gratuitas.

O Homem que Fala

O Homem que Fala traz pequenas histórias que compõem um caleidoscópio onde o personagem ora se vê entregue e apático, ora enfrenta o que a vida lhe apresenta. Trata-se de uma breve viagem para contar as histórias onde a memória, a simplicidade e o efêmero coexistem. O elenco reúne as artistas, palhaças e formadoras Roberta Calza, Soraya Suri Saíde e Thais Ferrara.

A doença e a saúde são temas permanentes para Doutores da Alegria e acreditamos que para todo mundo, em alguma medida, concreta ou metafórica. A inspiração para a construção do espetáculo veio de diversos autores, como o neurocientista e escritor Oliver Sacks, que em seu livro “O Homem Que Confundiu Sua Mulher com um Chapéu” lançou um olhar e escuta especiais sobre a história do paciente, tratando da doença e do sintoma como saúde, com humor e poesia. Mas também há referências Bertolt Brecht e outros textos filosóficos que provocaram reflexões sobre as escolhas cotidianas.

Com direção de Celso Frateschi, a montagem estreou em 25 de maio e cumpriu temporada até 1 de setembro de 2019 no Ágora Teatro(Rua Rui Barbosa, 672 – Bela Vista/SP), com sessões aos sábados, 21h, e domingos, 18h.

Numvaiduê

Espetáculo de comemoração aos 25 anos do Doutores da Alegria e indicado ao Prêmio Femsa de melhor espetáculo infantil,  com direção de Gustavo Kurlat, premiado pela APCA 2018 pelo conjunto das obras, incluindo Numvaiduê.

O que acontece quando um hospital é descoberto e explorado por palhaços que brincam de médico? O que eles construirão com suas fantasias, sonhos, lembranças? Que novos significados e dimensões terão os objetos que os médicos usam, os sons que viram música em suas mãos curiosas, as imagens que se descortinam nas suas escutas e olhares surpreendentes?

Com poesia e humor, Doutores da Alegria traz respostas para tais questões levando ao palco esse hospital dos sonhos que gostaria de construir, onde a cura passa pela emoção e a gargalhada se junta ao sorriso num encantamento de magia, música e busca de sentidos. Um espetáculo para toda a família curar o mau humor de outras realidades. O espetáculo é recomendado para toda a família.

 

Palhaços em ConSerto

Musical permeado por gags divertidas e idealizado a partir de improvisos durante as visitas hospitalares. Os palhaços partem das situações cênicas para chegar a canções criadas pelo elenco e outras de domínio público, além de versões da bossa nova.

Canções como “Pai Francisco entrou na roda”, “Boi da cara preta” e “Garota de Ipanema” são devidamente adaptadas ao mundo besteirológico.

Roda Besteirológica

Os palhaços se apropriam da figura do médico para desenvolver uma grande brincadeira, apresentando-se como besteirologistas.

Eles trazem ao público rotinas cômicas desenvolvidas dentro do hospital, nos encontros com crianças e profissionais de saúde. Entre cenas divertidas e poéticas, o espetáculo inspira novas relações a partir da figura inusitada do palhaço.

A Roda Besteirológica surgiu a partir de um processo criativo realizado originalmente na sede do Doutores da Alegria. Em 2006, esta prática transformou-se em uma intervenção artística bimestral que percorria os hospitais em que a organização atuava. No ano seguinte, a Roda foi pela primeira vez apresentada ao público em um teatro.

Senhor Dodói

Inspirado em “O doente imaginário”, de Molière, o espetáculo conta a história da personagem Dodói, que, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados e desmandos do Doutor Ganâncius. Dodói decide casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o “quase doutor” Tapadus, apesar de a bela jovem estar apaixonada por Amado.

Com a ajuda da debochada e perspicaz criada Giselda, Angélica e Amado usarão a própria fantasia para tentar curar Dodói de suas doenças imaginárias e convencê-lo a deixar Angélica livre para se casar com o seu verdadeiro amor.

Poemas Esparadrápicos

Espetáculo infantil estruturado a partir de um feliz encontro entre palhaços e músicos. A história é uma viagem pela delicadeza do cômico, inspirada nos micro-poemas do livro “Poemas esparadrápicos – Poesia para gente pequena”, organizado por José Santos Matos. No livro, os poemas grudam na roupa e na pele das crianças, para que elas entrem em contato com a poesia desde muito jovens.

Enquanto cantam os poemas musicados, os artistas vão descobrindo inúmeras outras brincadeiras em interação com a plateia, bem à moda dos palhaços, na qual “nem tudo que você vê é aquilo que você vê, mas pode ser aquilo que você quer que seja”.

Vamos Brincar de Médico

Primeira produção infantil dos Doutores da Alegria. Respondia à curiosidade de diversas crianças internadas sobre como é a vida dos besteirologistas fora do hospital. A curiosidade sempre foi alimentada pelos palhaços, que, durante suas visitas, contavam histórias mirabolantes. A montagem parte da relação entre os artistas, de como cada um deles enxerga o mundo e os conflitos gerados pelas diferenças.

A direção trabalhou no sentido de fundir recriações de gags clássicas de palhaços com o repertório desenvolvido pelos artistas em seu trabalho no hospital.

Congresso de Besteirologia

Um feliz encontro entre arte e ciência. Através de provocações e estímulos de diferentes naturezas, propostos aos palhaços pela psicóloga e pesquisadora Morgana Masetti, o espetáculo expressa um olhar inusitado para o contexto hospitalar e para a saúde em geral.

Nunca o uso do jaleco pelos palhaços fez tanto sentido! O Congresso transitou por vários palcos, inclusive pelas faculdades de Medicina.

Dramalhaço

A palavra dramalhaço vem de “dramaturgia do palhaço”. Resultado da pesquisa realizada pelos artistas do Recife, o espetáculo traduz o olhar que o palhaço tem sobre situações vividas por pessoas que moram nos grandes centros urbanos e temas como loucura, neuroses, falta de tempo e existencialismo.

Por meio de pequenas cenas costuradas por músicas ao vivo, o elenco conta histórias de personagens da vida real que nem sempre são cômicas, mas que, vistas pelos olhos do palhaço, ganham um ar leve e engraçado.

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