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Doutores da Alegria completa 24 anos de atividades

28 de setembro de 2015
Tempo de leitura: 3 minutos

Doutores da Alegria

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Doutores da Alegria completa 24 anos de atividades neste 28 de setembro.

Fotografia dos Doutores da Alegria no Hospital do Campo Limpo/SP.A iniciativa de levar o trabalho de artistas profissionais e especializados na arte do palhaço aos hospitais foi pioneira no Brasil, em 1991, inspirada no programa The Clown Care Unit, de Nova Iorque, idealizado por Michael Christensen cinco anos antes.

Os números desta trajetória reforçam a ação bem-sucedida: desde sua fundação até 2014, os Doutores já visitaram mais de 1,1 milhão de crianças e adolescentes hospitalizados. Além disso, a sua prática teve ampla aceitação da sociedade brasileira e deu origem a cerca de 1.100 grupos que realizam um trabalho similar em todo o país. Para orientar, monitorar e promover um intercâmbio com estes grupos, Doutores da Alegria mantém desde 2007 o projeto Palhaços em Rede.

A organização atende hospitais públicos em São Paulo e em Recife e desenvolve programas que ampliam o acesso à cultura, como o Plateias Hospitalares, com a curadoria de uma ampla e permanente programação artística gratuita em hospitais do Rio de Janeiro.

feito a maoA Escola dos Doutores da Alegria atua na formação de públicos diversos em todo o território nacional, desde voluntários de grupos semelhantes a profissionais que queiram exercitar a criatividade. Entre suas iniciativas destaca-se o Programa de Formação de Palhaço para Jovens, que permite que jovens de 17 a 23 anos, oriundos de comunidades populares, iniciem uma carreira artística voltada para a linguagem do palhaço.

Todo o conteúdo artístico produzido pelos palhaços a partir do encontro com pacientes é apresentado em teatros e em intervenções em empresas.

Mantida por doações de pessoas físicas e empresas, a ONG tem posição consolidada no terceiro setor. Possui os certificados de utilidade pública nas esferas federal, estadual e municipal, certificado do Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS, além de ser referendada por reconhecimentos importantes, como o Prêmio Criança da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, a inclusão na lista das 100 melhores práticas globais da divisão Habitat da Organização das Nações Unidas em três oportunidades e o Prêmio Cultura e Saúde, concedido em junho de 2009 pelo Programa Cultura Viva, iniciativa conjunta dos Ministérios da Cultura e Saúde.

15311128237_c28a4d0e49_oAos 24 anos, Doutores da Alegria segue com o desafio de ampliar sua missão, fomentando novas manifestações artísticas em hospitais para públicos como adultos, idosos e funcionários e formando novos profissionais, aperfeiçoando a arte do palhaço em hospitais e junto a outros públicos.

“Temos muito a celebrar pelos resultados alcançados e muito a exigir de nossa atuação adiante para contribuir por mudanças consistentes de que tanto nosso Brasil precisa. Os feitos estão relacionados ao que temos hoje no país de boas ações e políticas para mudar os hospitais, tendo em vista melhorar a experiência da internação pela ótica do paciente e de como o palhaço contribui para isso. E se no início o palhaço gerava estranhamento e indagação de sua pertinência, tempos depois seu exemplo trouxe diversas atividades para dentro hospital com o objetivo de “humanizar” o ambiente”, afirma Luis Vieira da Rocha, diretor executivo do Doutores da Alegria.

Veja abaixo os principais acontecimentos que marcaram a trajetória da organização:

1991 – Fundação por Wellington Nogueira

1995 – Os palhaços da ONG apresentam pela primeira vez o espetáculo Midnight Clowns;

1996 – Realização da primeira palhestra em empresas para compartilhar com o público as experiências vividas nos hospitais;

1997 – A ONG recebe o Prêmio Criança da Fundação Abrinq;

1998 – Inauguração do Centro de Estudos, mais tarde rebatizado de Núcleo de Formação e Pesquisa;

1998 – Publicação do livro Soluções de Palhaços – Transformações na Realidade Hospitalar, de Morgana Masetti, primeira pesquisa sobre impacto social do trabalho nos hospitais;

1998 – Expansão para Rio de Janeiro (RJ);

2003 – Expansão para Recife (PE);

2004 – Criação do Programa de Formação de Palhaços Para Jovens, na periferia de São Paulo;

2004 – Primeiro desfile do bloco carnavalesco Miolo Mole, no Recife;

2005 – Estreia da montagem Poemas Esparadrápicos, no Recife;

2005 – Lançamento da 1ª edição do caderno Boca Larga, dedicado a temas do universo clown;

2006 – Primeira apresentação da Roda Artística, hoje chamada Roda Besteirológica em São Paulo, em ambiente hospitalar;

2006 – Estreia do espetáculo Dramalhaço

2007 – Expansão para Belo Horizonte (MG);

2007 – Lançamento do projeto Palhaços em Rede;

2007 – O Bloco Miolinho Mole invade os hospitais de Recife no carnaval;

2008 – Inauguração da Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria, que atualmente abrange os cursos de formação para jovens e o projeto Plateias Hospitalares, em São Paulo;

2008 – Apresentação da Roda Artística pela primeira vez em teatro, em São Paulo;

2008 – Início da temporada do premiado espetáculo Senhor Dodoi, em São Paulo;

2009 – Inauguração do Espaço Cultural Doutores da Alegria, em São Paulo;

2009 – Início do projeto Plateias Hospitalares, no Rio de Janeiro;

2010 – Realizada a primeira edição do Encontro Nacional do Programa Palhaços em Rede;

2010 – Estreia do espetáculo Palhaços em Conserto, em Recife;

2011 – Realização da Conferência de Futuro, para discutir os rumos da ONG após os 21 anos;

2012 – Início do projeto Plateias Hospitalares, em São Paulo;

2013 – Decretada a lei estadual do Dia dos Doutores da Alegria, em 28 de setembro, para os estados de São Paulo e Pernambuco;

2014 – Realizada a primeira edição do Bobociclismo, passeio ciclístico em comemoração ao Dia Estadual dos Doutores da Alegria em Recife.



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