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Montagem “O médico é o monstro?” em curta temporada na Caixa Cultural

13 de dezembro de 2019
Tempo de leitura: 1 minutos

Doutores da Alegria

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O final do ano ainda guarda surpresas dos Doutores da Alegria. O elenco pernambucano da associação prepara a estreia de um novo espetáculo para dezembro.

Em “O médico é o monstro?”, o cotidiano de um hospital é alterado pela visita de uma paciente inesperada. A situação é assustadora, mas também engraçada: quatro palhaços atrapalhados vão ajudar a desenrolar a história. O hospital, aliás, não tem nada de tradicional, pois lembra um picadeiro, com atrações como a rumbeira, o acrobata, o mágico e o dono do circo.

A montagem estará em cartaz nos dias 26, 27, 28 e 29 de dezembro, em duas sessões diárias (às 16h e às 18h), na Caixa Cultural Recife, localizada na Praça do Marco Zero, na Avenida Alfredo Lisboa, 505. Os ingressos podem ser obtidos a partir das 9 horas de 26/12 a R$ 30 e R$ 15 (meia para estudantes, professores, previstos em lei e clientes Caixa).

Com direção de Arilson Lopes e dramaturgia assinada por Cleyton Cabral, a peça faz uma brincadeira com o título da novela do escocês Robert Louis Stevenson, O médico e o monstro, clássico publicado em 1886. Mas, na verdade, o desenrolar da história contada pelo Doutores da Alegria foi inspirado no conto A morte e o médico (de autoria de Heltai Jenö, publicado no livro Antologia do conto húngaro, de Paulo Rónai) e por uma narrativa de tradição oral escocesa que trata do ciclo da vida e remonta ao século XI.

O elenco é composto por alguns dos artistas que atuam nos hospitais da cidade: Eduardo Filho (Dr. Dud Grud), Greyce Braga (Dra. MonaLisa), Juliana de Almeida (Dra. Baju) e Luciana Pontual (Dra. Svenza). A peça é recomendada para crianças maiores de 6 anos, mas pode conquistar crianças menores.

“Estamos falando sobre a morte, que é drástica, encarada como esse encerramento brutal, e sobre as inúmeras perdas, mesmo aquelas pequenininhas, que parecem inofensivas. Ainda assim, conseguimos tratar desse tema sendo bobos, palhaços, com humor e leveza. É um espetáculo que alcança todas as idades”, conta Arilson Lopes, que também é coordenador artístico da unidade Recife do Doutores da Alegria.

 



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